RESUMO

A Vontade, para Arthur Schopenhauer, se manifesta em todos os âmbitos, de modo que é o que há de mais essencial no mundo, o princípio fundamental da natureza, independente da representação, não se submetendo às leis da razão. A Vontade é, acima de tudo, uma Vontade de viver e de viver na máxima plenitude. Schopenhauer, filósofo polonês nascido no século XVIII e falecido no século XIX, é um dos grandes teóricos desta temática.  Arthur desperta-se para a reflexão da “Vontade”, a partir da observação da natureza, da filosofia de Platão e de Kant. Ele inspeciona o núcleo da consciência humana, com o intuito de decifrar o enigma do mundo, e lá encontra a chave para a resolução do mesmo: a Vontade. Esta não é ela mesma, nem fenômeno, nem representação,  nem objeto, ela é a coisa-em-si; para ela não existe princípio donde ela possa induzir-se e que a determine; para ela não existe necessidade: ela é livre.  A partir da questão do desejo, Schopenhauer abre espaço à frustração que o homem está sujeito a viver por causa de suas vontades. Com isso, ele sofre por não conseguir realizar, muitas vezes, seus desejos, o que torna sua vida extremamente infeliz. Porém, ceder à Vontade, ou fazer com que o objetivo seja alcançado, lutar por ele, não significa necessariamente uma vitória. Para Schopenhauer, a realização de um objetivo, a conquista de um objeto desejado, é caminho para um novo desejo. Portanto, a Vontade é o que há de mais inerente, essencial e impregnado no mundo é a força indomável e voraz da própria natureza.

Palavras-chave: Vontade. Schopenhauer. Representação. Sujeito. Ser.

Monografia Pela Veredas da Vontade (1,4 MB)

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